A política, como forma de atividade ou de práxis humana, está estreitamente ligada ao de poder. O poder político é o poder do homem sobre outro homem, descartados outros exercícios de poder, sobre a natureza ou os animais, por exemplo.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Politica
O termo política, que se expandiu graças à influência de Aristóteles, para aquele filósofo categorizava funções e divisão do Estado e as várias formas de Governo, com a significação mais comum de arte ou ciência do Governo; desde a origem ocorreu uma transposição de significado das coisas qualificadas como político, para a forma de saber mais ou menos organizado sobre esse mesmo conjunto de coisas.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
A CABANA .
Descrição :
Género: Romance
Idioma: Português
Ano de Publicação da 1ª Edição: 2007
Ano de Publicação da Edição Corrente: 2009
Local de Publicação: Porto
Páginas: 246
Titulo Original: The Shack
Idioma Original: Inglês
Tradutor: Fernando Dias Antunes
Opinião:Uma criança raptada e brutalmente assassinada. Um pai destroçado. Uma família arrasada. À raiva junta-se a revolta perante a (in)justiça divina. Mack, o pai, abandona-se à depressão que o devora, possuído pela Grande Tristeza. Quatro anos mais tarde um bilhete na caixa de correio, assinado por Deus, convida Mack a regressar à cabana onde a filha tinha sido assassinada. Aí, desenrola-se o encontro com Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo.
Confrontado com Deus, Mack terá oportunidade de o confrontar com o destino cruel que este traçara para a sua filha.
No entanto, aquilo que Mack encontra é muito mais do que a oportunidade de desabafar; é a possibilidade de compreender todo o seu passado, presente e futuro. Ao fim e ao cabo, este livro conduz-nos à tentativa de compreensão de qualquer acontecimento, por mais trágico que seja, à luz de algo muito mais global do que o facto em si. A vida não tem passado, presente nem futuro; o tempo, tal como o encaramos, esconde uma realidade global que tudo explica. Dessa forma, mesmo as manifestações mais tenebrosas do mal, são enquadradas numa construção humana da qual Deus parece ter-se demitido; no entanto, as manifestações do mal não são mais do que o preço a pagar pela liberdade dos homens.
O sucesso desta obra parece demonstrar a debilidade espiritual de um mundo de onde se ausentaram muitos dos princípios éticos que o cristianismo, como muitas outras religiões, sempre advogaram. Curioso o facto de esta mensagem espiritual coincidir no essencial com as ideias de vários outros escritores que pouco ou nada têm a ver com o cristianismo: Weiss, Cury, Trevisan, Tolle, Sharma, etc.
Em suma, trata-se de uma obra capaz de despertar o sentido de humanismo e de transcendência que parece escassear neste mundo dominado pelo capitalismo frio e egoísta, pela falta de leveza de espírito que nos conduz a uma constante luta pelo poder. No entanto, chega-se ao final da obra com algum sentimento de decepção pelo carácter apologético, pela ausência de inovação e pela repetição de uma mensagem que, mesmo assim, nunca será fastidioso enfatizar.
Descrição :
Género: Romance
Idioma: Português
Ano de Publicação da 1ª Edição: 2007
Ano de Publicação da Edição Corrente: 2009
Local de Publicação: Porto
Páginas: 246
Titulo Original: The Shack
Idioma Original: Inglês
Tradutor: Fernando Dias Antunes
Opinião:Uma criança raptada e brutalmente assassinada. Um pai destroçado. Uma família arrasada. À raiva junta-se a revolta perante a (in)justiça divina. Mack, o pai, abandona-se à depressão que o devora, possuído pela Grande Tristeza. Quatro anos mais tarde um bilhete na caixa de correio, assinado por Deus, convida Mack a regressar à cabana onde a filha tinha sido assassinada. Aí, desenrola-se o encontro com Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo.
Confrontado com Deus, Mack terá oportunidade de o confrontar com o destino cruel que este traçara para a sua filha.
No entanto, aquilo que Mack encontra é muito mais do que a oportunidade de desabafar; é a possibilidade de compreender todo o seu passado, presente e futuro. Ao fim e ao cabo, este livro conduz-nos à tentativa de compreensão de qualquer acontecimento, por mais trágico que seja, à luz de algo muito mais global do que o facto em si. A vida não tem passado, presente nem futuro; o tempo, tal como o encaramos, esconde uma realidade global que tudo explica. Dessa forma, mesmo as manifestações mais tenebrosas do mal, são enquadradas numa construção humana da qual Deus parece ter-se demitido; no entanto, as manifestações do mal não são mais do que o preço a pagar pela liberdade dos homens.
O sucesso desta obra parece demonstrar a debilidade espiritual de um mundo de onde se ausentaram muitos dos princípios éticos que o cristianismo, como muitas outras religiões, sempre advogaram. Curioso o facto de esta mensagem espiritual coincidir no essencial com as ideias de vários outros escritores que pouco ou nada têm a ver com o cristianismo: Weiss, Cury, Trevisan, Tolle, Sharma, etc.
Em suma, trata-se de uma obra capaz de despertar o sentido de humanismo e de transcendência que parece escassear neste mundo dominado pelo capitalismo frio e egoísta, pela falta de leveza de espírito que nos conduz a uma constante luta pelo poder. No entanto, chega-se ao final da obra com algum sentimento de decepção pelo carácter apologético, pela ausência de inovação e pela repetição de uma mensagem que, mesmo assim, nunca será fastidioso enfatizar.
Citação de livro !
BONECA DE LUXO .
Descrição :
Género: Romance
Idioma: Português
Ano de Publicação da 1ª Edição: 1958
Ano de Publicação da Edição Corrente: 2002
Local de Publicação: Lisboa
Páginas: 96
Titulo Original: Brekfast at Tiffany's
Idioma Original: Inglês
Tradutor: Margarida Vale de Gato
Opinião:“Boneca de Luxo” é a história de uma jovem actriz, Holly Golightly (Lulamae de seu nome verdadeiro), que foge de um passado sofrido para o luxo e a luxúria de Nova Iorque. “Em viagem” é a frase que coloca na sua caixa de correio; de facto, ela procura na vida uma eterna viagem que a leve até ao âmago da existência, por caminhos incertos mas iluminada por um objectivo: a realização pessoal, a sua afirmação como pessoa.
Boémia e mundana, Holly envolve-se numa existência povoada de vícios, com uma conduta que a sociedade carimba de devassa e imoral. No entanto, ela nunca deixa de expressar os seus valores morais. Ao longo da narrativa, é visível a superficialidade das relações humanas na grande cidade e a futilidade daqueles que a procuram em nome do corpo e da satisfação do prazer.
No entanto, Joe Bell e George Peppard, o escritor fracassado, são diferentes. Eles alimentam por Holly uma amizade profunda e verdadeira, talvez aquele amor que a cidade lhe recusa. Este amor, que nada tem de carnal, dispensa qualquer erotismo e mesmo a própria presença física. É Joe Bell quem define este amor, de forma eloquente e terrivelmente bela:
“Podemos amar uma pessoa sem ser dessa maneira. Mantemos as distâncias, é uma pessoa amiga que não deixa de nos ser estranha.”
Peppard segue os passos de Holly e caminha sempre ao seu lado, ao contrário da grande cidade que apenas a admira e utiliza nos seus desejos fúteis. No entanto, Holly permanece fiel ao seu passado; Doc, o ex-marido a quem se unira aos catorze anos, mantém-se o verdadeiro dono do seu afecto. Neste aspecto, as amarras do passado são intransponíveis:
“Mas, Doc, eu já não tenho catorze anos nem sou a Lulamae. (…) Mas o pior é que sou mesmo”.
Nessa quase infância, Doc libertara-a da miséria mas aprisionara-lhe os sentimentos; e Holly era como um animal selvagem que ele pretendeu enclausurar. Na grande cidade, procurou libertar-se desses grilhões, no entanto, apenas encontrou o desprezo vil da soma de egoísmos a que chamamos sociedade ou civilização.
Para Holly restou a necessidade de continuar “em viagem”.
sábado, 30 de janeiro de 2010
eeu *-*
Aceito meus defeitos, admito minhas fraquezas, conheço meus limites, luto enquanto posso, sou persistente enquanto sei que sou capaz, supero meus obstáculos, aprendo com meu erros.
Amo minha vida e tudo que faz parte dela, amo muito as pessoas, mas aprendi que tenho que me amar mais que todos. Tenho esperança, mas não me iludo mais!
Amo minha vida e tudo que faz parte dela, amo muito as pessoas, mas aprendi que tenho que me amar mais que todos. Tenho esperança, mas não me iludo mais!
Ausência .
Ausência
Eu deixarei que morra em mim
o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar
senão a mágoa de me veres eternamente exausto
No entanto a tua presença
é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto
existe o teu gesto e em minha voz a tua voz
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim
como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar
uma gota de orvalho
nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne
como nódoa do passado
Eu deixarei...
tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos enlaçarão outros dedos
e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu,
porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite
e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa
suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só
como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém
porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar,
do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente,
a tua voz ausente,
a tua voz serenizada.
Vinicius de Moraes ;D
Eu deixarei que morra em mim
o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar
senão a mágoa de me veres eternamente exausto
No entanto a tua presença
é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto
existe o teu gesto e em minha voz a tua voz
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim
como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar
uma gota de orvalho
nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne
como nódoa do passado
Eu deixarei...
tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos enlaçarão outros dedos
e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu,
porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite
e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa
suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só
como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém
porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar,
do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente,
a tua voz ausente,
a tua voz serenizada.
Vinicius de Moraes ;D
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
2009 O ANO FODAA !
Mudanças nitidas. Mudanças trágicas. Mudanças boas.
Amor demais. Ódio demais. Raiva demais. Desejo demais. Carinho demais. Tudo demais.
Um relacionamento. Completamente proibido, completamente intenso. Nenhum pouco de arrependimento.
Muitas merdas. Muitas saideiras. Muitas festas. Muito funk. Muita fossa. Muitas lágrimas. Muitos risos. Muitos abraços. Muitos (muitos mesmo) beijos. Muitas broncas. Muitas (muitas e muitas) brigas. Muitas coisas as escondidas. Novas amizades. Perdas de amizades. Muitos distanciamentos. Muitas fugas. Muitas faltas. Muitos gritos. Muita saudade. Muito ciúme. Muitos garotos. Novas experiências. Muito álcool. Muita nicotina. Muita cereja. Muito chocolate. Muitas noites. Uma moto. Um mês perfeito. Muitos olhares. Muitas palavras sinceras. Oito números de paz. O jota da alegria. O amante da companhia. A garota do primeiro beijo. O homem do futuro. A amiga da salvação.
O shopping dos arrasta. A avenida da fuga. A praça da paz. A praça do medo. O elevador de serviço. A esquina do amor. A rua da boca. O amor de infância que volta a tona. O relacionamento aberto. O príncipe encantado. A compaixão. As descobertas. O ano foda. O ano de 2009.
Amor demais. Ódio demais. Raiva demais. Desejo demais. Carinho demais. Tudo demais.
Um relacionamento. Completamente proibido, completamente intenso. Nenhum pouco de arrependimento.
Muitas merdas. Muitas saideiras. Muitas festas. Muito funk. Muita fossa. Muitas lágrimas. Muitos risos. Muitos abraços. Muitos (muitos mesmo) beijos. Muitas broncas. Muitas (muitas e muitas) brigas. Muitas coisas as escondidas. Novas amizades. Perdas de amizades. Muitos distanciamentos. Muitas fugas. Muitas faltas. Muitos gritos. Muita saudade. Muito ciúme. Muitos garotos. Novas experiências. Muito álcool. Muita nicotina. Muita cereja. Muito chocolate. Muitas noites. Uma moto. Um mês perfeito. Muitos olhares. Muitas palavras sinceras. Oito números de paz. O jota da alegria. O amante da companhia. A garota do primeiro beijo. O homem do futuro. A amiga da salvação.
O shopping dos arrasta. A avenida da fuga. A praça da paz. A praça do medo. O elevador de serviço. A esquina do amor. A rua da boca. O amor de infância que volta a tona. O relacionamento aberto. O príncipe encantado. A compaixão. As descobertas. O ano foda. O ano de 2009.
sábado, 5 de dezembro de 2009
As vezes tão perto e tão distantes ao mesmo tempo. Unidos por um sentimento, próximos pelo mesmo. E lonje pela "distância" esse amor vai e volta como um boomerang, em dias em alta, em dias em baixa. Hoje eu sei que eu vivo por você, independente de tudo, é você quem me faz feliz, é com você que eu sonho, é com você que eu quero passar todos os dias da minha vida. Você sabe, só você sabe o quanto eu te amo. Vivo por você, enquanto houver vida, haverá amor.
Eu tenho medo.
Muito medo que esse amor cresça de uma forma na qual eu não possa mais segurar, tudo o que eu sinto agora, se você tivesse noção, apenas me abraçaria e ficaria calado por todo o resto da vida ao meu lado, a cada erro cometido por você é uma ferida que se abre no meu coração. Por mais que seja um erro muito pequeno, talvez as feridas menores sejam as mais demoradas a cicatrizar, eu já não tenho mais forças para ficar um minuto se quer sem pensar em você, a todo instante você está na minha cabeça, parece que você tomou 98% da minha vida e os outros 2% são apenas a consciência de que eu tenho que viver para te amar. Não tem como te mostrar esse amor, ele é somente sentido por mim, meu coração dói, dói demais por ver que não posso te mostrar a intensidade desse amor. Tudo com você se torna melhor, eu não quero muita coisa sua, só espero que me ama com a mesma intensidade e me faça feliz por toda a minha vida, quando eu digo que esse amor cresce mais a cada dia, não é de brincadeira, é do fundo do coração e com a mais pura verdade. Esse amor só cresce... Apenas me ame, porque meu coração dói em pensar que talvez você não sinta da mesma maneira. Me ame, me ame por toda sua vida... Amor em nenhum momento faltará a você... Além de todos os medos possíveis, o maior medo em relação a você, é o medo de ter perder.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Viva !
Deixe o tempo parar, deixe o coração falar mais alto, deixe a vida te levar às vezes. Não se encomode tanto com o que os outros pensam, mas lembre-se que o mundo não constitui só de você. Fale alto se quiser, cante alto se quiser, vá alto se quiser! Experimente. Escute sua música favorita. Dance.. dance, dance, dance. Nunca é tarde para colocar uma roupa bonita, fazer uma maquiagem, subir no salto e rejuvenecer. Sinta-se leve... leve uma vida leve... mas batalhe, sue, mostre seu potencial. Não se castigue tanto. O ser humano é um mistério, e os próprios homens vivem a vida tentando se entender, se descobrir. Ame. Não importe quem, ame. De qualquer forma, de qualquer maneira. Cometa loucuras boas. E, pelo menos uma vez na vida, faça o que tiver realmente com vontade. Satisfaça-se, mas não prejudique a pessoa alheia. Não pise no próximo com o intuito de conseguir seu sucesso mais rápido, porque 'tudo que vem fácil vai fácil, então deixe ser difícil'. Dê um abraço em quem você quiser, fale 'eu te amo' quantas vezes quiser, deixe bem claro os seus sentimentos. Explore-os. Eles são as melhores coisas da vida, e não seria saudável deixá-los passar em branco... Ouça. Ouça o que sua mãe tem pra dizer. Ouça seus amigos, seus vizinhos, seus parentes. Permita-se rir. Permita-se gargalhar! Perca a vergonha, e realize aquele seu mais profundo e obscuro desejo secreto. Enfim, viva.
sábado, 21 de novembro de 2009
Beijo
Hoje eu sei, tenho a certeza de que você sente o mesmo que eu. Pode não ter a mesma intensidade, mas tem a mesma essência. O seu cheiro ainda é o mesmo, aquele mesmo que eu não me cansava de sentir, o olhar também, ainda era aquele que me fazia estremecer. Por um instante pensei que ainda estávamos juntos, era tudo tão igual, mas eu sei que não é e ainda acho melhor assim. Parece que no instante que você se aproximou de mim, minhas mãos começaram a suar e todo aquele processo aconteceu de novo. Sua companhia me faz bem, seu abraço me conforta, sua presença me dá paz.
♥
♥
Mãe e filha
Eu queria que você confiasse um pouco mais em mim sabe, que botasse fé na filha que você criou. sei que to longe de ser uma filha perfeita, ou até uma boa filha, mas poxa eu tento. Eu não queria te ver preocupada e muito menos sofrendo por minha causa. Eu te amo tanto que não consigo expressa o tamanho desse amor. pode não parecer, não sou muito boa em demonstrações sentimentais, não sou melosa, carinhosa nem nada, mas sem pensar daria minha vida por você. Ultimamente, eu to tendo uma reviravolta sabe, pode ser uma peça que a vida esteja me pregando ou não, mas tem muita coisa mudando, muita coisa em jogo. e muitas dessas coisas estão me machucando demais, eu não consigo explica, pode ser que eu mereça e acho que mereço, mas eu não queria. Ainda bem que eu tenho comigo meus amigos, que sempre me ajudam, me apóiam, me fortalecem e me engrandecem, mas principalmente tenho comigo a melhor mãe do mundo!
EU TE AMO MAIS QUE TUDO NESSA VIDA!
Vestido
Assim é melhor. Entenda, eu tenho meus motivos. Não, você não é culpado; Ou talvez seja. Como assim? Certo, você tem culpa... Tem culpa por ter sido tão atencioso comigo, por ter me dado carinhos tão gostosos e ter me feito tão feliz. Por que disso então? Você sabe que nossa história nunca foi muito fácil. Sempre tiveram mais pessoas além de nós. Você fica em silêncio, porque talvez compreenda o motivo dessa minha atitude. Não precisava ser assim? Eu já agüentei mais do que imaginei suportar. Sei que pra você não há nada de errado, afinal, eu nunca falei claramente dos meus sentimentos. Palavras não são suficientes parar expressar, não me pergunte o que eu sinto. Você vai ficar bem... Só espero que ela cuide bem do meu vestido. Que vestido? Um vestido lindo que eu usei por pouco tempo, porém tempo inesquecível. Eu emprestei esse vestido à uma amiga... e o vestido ficou melhor nela, do que em mim. Mesmo ela indo à festas, sujando e desbotando o vestido, ele ainda continuava mais bonito nela do que em mim. Por mais que eu tivesse vontade de pedi-lo de volta, não tive coragem, pois o vestido já tinha se adaptado a ela, e eu... Então achei melhor assim, deixar o vestido com ela. Por que eu não penso melhor? Porque eu sei que mesmo que ela queira devolver o vestido, ele virá com marcas dela, do tempo que ela o usou. Não fique com esta cara... Sim, é este o me vôo. Fizemos muitos planos para o futuro, que poderiam ter sido realizados no presente. A espera por esses planos foi desgastando-me e por fim, esgotou-me. É, essa é a chamada pro meu embarque. Já falei muito pra quem diariamente evitava falar de nós; Mas, você continua com a mesma postura de sempre, discreto com o que pensa. Dê-me um abraço. Já estou atrasada... Oi? Fale mais alto, não consigo escutar! Eu ATÉ que gosto de você também! Cada um seguiu em direção oposta, com lágrimas e sorrisos misturados. De vez em quando ele olhava para trás, para ver pela última vez o seu sonho não realizado e ela o seu vestido deixado.
Obs: Este conto foi baseado em experiências pessoais e a idéia do vestido foi inspirada no filme DIVÃ.
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